Que tipo de homem-sexual você é?

Dentro do universo masculino, até alguns anos atrás, os homens eram definidos, grosseiramente falando, como homossexual, heterossexual ou bissexual.

Porém o novo milênio, não presenteou somente o mundo tecnológico com novas definições. O aumento da oferta em diferentes indústrias despertou nos homens gosto e apreço por hábitos, produtos, hobbies e estilos diferenciados. Com isso, surgiram descrições para o ser ‘homem’ em um universo que era, até então, bem básico.

Conheça abaixo os conceitos que definem  o universo masculino contemporâneo, independente da opção sexual, e veja como eles se agrupam.

Übersexual

  • Homem moderno e que também cuida da sua imagem, porém de uma forma mais despojada.
  • Em alemão, Über significa “acima de”, ou seja, este é um homem que une boas qualidades e se destaca comparado aos demais, mas sem exageros.
  • Ele tem estilo, mas não é narcisista.
  • É inteligente, charmoso e gosta de se envolver em causas sociais.
  • Além de todo este jeito moderno e discreto, o übersexual é também companheiro fiel, sensível e dedicado, sem atitudes grosseiras.

Retrosexual

  • Conhecido como “o homem à moda antiga”. Por isso, a palavra inicia com “retrô”.
  • É valente, viril e conservador.
  • Apesar deste resgate de valores antigos, este homem rejeita o comportamento machista.
  • Veste-se bem, mas não necessariamente com o que a moda dita. O relógio é o seu acessório.
  • Tem pouca preocupação com a forma física, a barba não tem pressa para ser feita, não usa cosméticos e vai ao cabeleireiro só para fazer o tradicional corte de cabelo.

Machosexual

  • Homem forte, viril com características masculinas bem visíveis. É decidido, valente e protetor.
  • Não implementa estilos novos no seu comportamento, na atitude e na maneira de vestir.
  • É o homem que assume a responsabilidade frente a(o) companheira(o), sua família e a sua comunidade, podendo até mesmo ter a sua atitude confundida com o machismo.
  • A falta de compromisso com a vaidade é uma forma de assegurar a sua masculinidade.
  • Suas características físicas são corpo, barba e cabelo naturais. Não usa gel ou cera para ajeitar o cabelo para um lado ou para o outro.
  • Essas descrições estão de acordo com a definição mais recente de machosexual. No estudo que fizemos, encontramos em um artigo uma definição mais antiga que relaciona o machosexual ao homem homossexual que mantém as características físicas e de comportamento bem masculinas.

Metrossexual

  • Homem vaidoso, que se veste bem e precisa estar na moda.
  • Investe na compra de roupas, acessórios e cosméticos com elevado grau de sofisticação.
  • Vai ao cabeleireiro para fazer mais do que um corte básico; faz manicure, pedicure, depilação e limpeza de pele.
  • Se possível, complementa o visual com um corpo chamado “escultural”, de músculos extremamente definidos.
  • Todo este cuidado não é somente para sentir-se melhor, é também para ser visto.
  • Urbano, serve de público alvo para as revistas de moda masculina.

E, por fim, o mais novo no pedaço…

Tecnosexual:

  • É o homem envolvido pelo mundo virtual.
  • Mantém um visual moderno, com um toque de vaidade.
  • Carregam no mínimo um gadget (o mais atual, é claro) e sabem o melhor aplicativo para qualquer demanda.
  • São atualizados e navegam com gosto pelas redes sociais. Com senso estético, estão transformando a definição mais nerd de “geek” para algo mais cool. Ou seja, eles são os moderninhos.

Nos divertimos muito  buscando essas novas definições do homem-sexual (até onde sabemos Across cunhou este termo). Dentro dessas categorias, em qual você mais se encaixaria?

Você é:

( ) Übersexual
( ) Retrosexual
( ) Machosexual
( ) Metrossexual
( ) Tecnosexual

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Quinoa: um dilema na América do Sul

2013 é o ano do mais novo “queridinho” mundial

Este é o “Ano Internacional da Quinoa”. Assim foi definido pela Organização das Nações Unidas. Se você desconhece este alimento, ele é um grão ancião de origem andina que pode ser utilizado em sopas e saladas ou, até mesmo, transformado em farinha para a confecção de pães e bolos, por exemplo. Quando cozido, apresenta um sabor similar ao de noz e é repleto de proteína saudável. Com todos estes valores nutricionais, o mundo ocidental trouxe o quinoa para a mesa nas principais refeições diárias. Isto promoveu o grão à categoria de “superalimento”.

O quinoa é produzido em grande escala na Bolívia e no Peru. O mercado de exportação do grão está no seu melhor momento, crescendo consideravelmente. Os consumidores internacionais estão basicamente situados nos EUA e na Europa. Também há consumo na Ásia e na África. No começo deste mês, foi realizado um fórum em Pequim junto dos produtores peruanos para discutir a exportação do grão para a China. Tal iniciativa aumentaria exponencialmente o volume de exportação da produção andina.

Muito caro para a comunidade local

Quando se observa este ingrediente fazendo sucesso na culinária internacional em diversos países, é fácil concluir que os produtores da Bolívia e do Peru têm muito a ganhar. Mas, infelizmente, não é tudo assim tão positivo. Enquanto o apetite pelo quinoa cresce mundialmente, o mesmo produto se torna uma commodity de alto custo para os consumidores locais.

Quinoa é um alimento que já faz parte da dieta dos sul-americanos, especialmente para a população que vive nos Andes. O grão fornece nutrientes vitais para essas comunidades. A comida tradicional boliviana, por exemplo, é simples, porém saudável. Bolivianos acreditam que a alimentação diária tem que ser preparada com cuidado e com ingredientes cultivados na região (movimento parecido com o chamado “slow food” no Reino Unido). Fato que pode ser comprovado com o fechamento das lojas do Mc Donald’s na Bolívia em 2002. A rede mundial de hamburguers não conseguiu atrair os consumidores, que demonstraram um sentimento anti “fast food”.

Sendo assim, se as camadas populacionais mais pobres da Bolívia e do Peru não podem consumir quinoa devido ao aumento do preço, isto implicará inevitavelmente em uma mudança nos hábitos alimentares destas populações.

Inclusive, podendo causar um impacto na saúde dos mesmos. Este reflexo pode ser muito negativo em alguns países sul-americanos que já apresentam um alto índice de desnutrição relacionado à pobreza.

Cultivo Internacional de Quinoa

Um dos objetivos do Ano Internacional da Quinoa é gerar programas de desenvolvimento sustentável para a produção do quinoa no nível nacional e global. No momento, mais da metade do abastecimento internacional deste grão é de origem das fazendas da região dos Andes no Peru e na Bolívia. Porém, com este aumento de consumo, a produção já está se espalhando pelos EUA, Quênia e Índia.

Na mesma semana do Fórum em Pequim, a empresa de comunicação inglesa BBC publicou um artigo sobre o primeiro produtor comercial britânico de quinoa. O doutorando em ciência das plantas, Stephen Jones, que está por trás da empresa British Quinoa, acredita que este será o “grão do futuro”. Tudo indica que ele será a primeira pessoa a comercializar o quinoa cultivado na Grã-Bretanha.

Agora vamos ao dilema: será que deveríamos consumir o quinoa produzida nos Andes?

A história da quinoa andina levanta algumas questões éticas que envolvem a globalização dos alimentos. Por exemplo:

– Nós, como consumidores, temos a obrigação moral de compreender o impacto causado localmente dos alimentos de origem internacional?

– Quando nos deliciamos em uma salada feita com quinoa, deveríamos pensar em como isso afeta a população andina?

– Deveríamos considerar que podemos estar afetando a saúde daqueles que vivem na Bolivia e no Peru, simplesmente por querer uma alimentação mais diversificada e saudável?

– No futuro, pode ser que o plantio local de quinoa em outros países seja a solução. Mas isso também não afetaria o potencial de exportação e o crescimento econômico da região dos Andes?

As respostas para tais perguntas são difíceis e é no mínimo complicado encontrar uma única resposta correta.

Source: http://bit.ly/16gdPef

 

 

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The South American quinoa dilemma

The United Nations has dubbed 2013 the ‘International Year of Quinoa’. In case you’ve never sampled quinoa, it’s an ancient Andean-grown grain either added to soups and salads or made into flour for baking purposes. When cooked it has a nutty flavour and it’s packed with healthy protein. The Western world has welcomed quinoa onto its dinner plates and it has joined the ranks of the ‘superfoods’, thanks to its nutritional values.Quinoa is largely produced in Bolivia and Peru and its export market is booming. International consumers are largely based in the US and Europe, but also in parts of Asia and Africa. Earlier this month, a forum was held in Beijing for Bolivian producers and entrepreneurs to promote quinoa exports to China, which could dramatically increase export volumes from the Andean region.

Quinoa no longer affordable in Bolivia and Peru

It’s wonderful to see such diverse nations fusing their cuisines, and Bolivian and Peruvian farmers are sure to benefit from this international growth. However, as the appetite for quinoa grows worldwide, it is becoming an expensive commodity for local consumers.

Quinoa is a staple food in the diet of many South Americans, providing vital nutrients especially to the Andean Altiplano population. The traditional Bolivian diet is simple but healthy and Bolivians believe meals should be prepared with care and with locally cultivated ingredients (much like the popular ‘slow food’ movement in the UK). In fact in 2002, McDonald’s closed its doors in Bolivia after failing to catch on with locals, demonstrating their ‘anti-fast food’ sentiment.

But if the poorer sectors of the Bolivian and Peruvian populace can no longer afford quinoa, it will inevitably lead to changes in their diet and may have a detrimental impact on their health. This could be disastrous for these poor South American countries with, already high, levels of poverty-related malnutrition.

International quinoa cultivation

One of the aims of the International Year of Quinoa is ‘to generate medium and long-term programmes and projects for the sustainable development of the cultivation of quinoa nationally and globally.’

At present, more than half of the world quinoa supply comes from the Andean farmers in Bolivia and Peru, but with its increase in global popularity, production is spreading to the US, Kenya and India.

In the same week as the Beijing forum, the BBC published an article about the first UK-based commercial quinoa producer. Plant science PhD student, Stephen Jones, who is behind the British Quinoa Company, believes quinoa to be a ‘grain of the future’ and he looks set to be the first person to commercially cultivate British quinoa.

An ethical dilemma – should we eat Andean quinoa?

The case study of Andean quinoa highlights just some of the ethical considerations surrounding the globalisation of our diets. Do we, as consumers, have a moral obligation to explore the impact of our internationally sourced foods? When we smugly tuck into our quinoa superfood salad, should we be thinking about the knock-on impact for the Andean population? Should we consider whether we are unwittingly damaging the health of those in Bolivia and Peru simply by wanting a diverse and healthy diet ourselves? Perhaps the home-grown varieties will be the answer in the future, but surely that will damage the Andean export potential and limit economic growth? Perhaps we should just play it safe and stick to our own locally grown, traditional staples?

21st century dinner dilemmas.

 

Sources: http://bit.ly/150QiO7; http://bit.ly/1aO7uhE; http://bbc.in/1965mek; http://bit.ly/197yDqt; http://bit.ly/16dkohK; http://nyti.ms/1djf6q2; http://bit.ly/1eW2CXh

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Kate Nash – cantora britânica se veste de brasileira e se autoproclama manifestante: um equívoco intercultural?

Aproveitar da fama para fazer fotos que utilizem como pano de fundo o manifestações sociais em outro país pode ser uma decisão arriscada por muitas razões. No caso da cantora britânica Kate Nash, por exemplo, nos perguntamos se não foi um equívoco intercultural sua decisão de se enrolar na bandeira do Brasil e proclamar seu apoio aos manifestantes durantes os protestos no Brasil.

Embora a imprensa inglesa não tenha divulgado sobre o assunto, comentários e reações negativas foram amplamente divulgados na mídia online brasileira sobre a decisão de Kate Nash de publicar sua imagem no seu Facebook enrolada na bandeira do país durante os protestos em São Paulo. A cantora estava na cidade para participar do Festival Cultura Inglesa. Independente das suas intenções, a imagem não foi bem aceita pelos manifestantes brasileiros.

Um erro de interpretação do espírito brasileiro?

Não faltaram comentários no Facebook relacionados à imagem da cantora britânica coberta com a bandeira brasileira. Alguns exemplos: “Kate, eu te amo, mas você não estava protestando. Você ao menos sabe sobre o que são estes protestos?” e “Você não está protestando, você está posando.” Até mesmo o famoso escritor Paulo Coelho postou no Twitter: “Muda Brasil, mas não com a Kate Nash protestando”.

Pressupõe-se, claro, que Kate Nash não esperava esta reação negativa do público brasileiro. Aqui na Across, nós nos perguntamos se a cantora e sua equipe não interpretaram erroneamente o espírito brasileiro. Pela nossa própria experiência, podemos dizer seguramente que a principal percepção dos estrangeiros em relação ao povo brasileiro é de um povo receptivo e amigável. Muitos, incluindo Kate Nash e sua equipe, provavelmente concluirão que a resposta dos brasileiros em relação a foto foi uma anomalia. Se esta for a conclusão, a única justificativa possível seria de que o caráter amigável do brasileiro foi momentaneamente suspenso, devido ao momento histórico e político atual vivenciado pelo Brasil. Sendo este o caso, a cantora não entendeu o espírito brasileiro.

Existe um ditado no Brasil que diz o seguinte: “Eu dou um boi para não entrar na briga, mas depois que entro, dou uma boiada para não sair”. Interpretado a grosso modo, quer dizer que o brasileiro não se distrai facilmente uma vez que ele entra na briga. Provavelmente Kate Nash e a sua equipe não entenderam porque o Brasil está protestando e, consequentemente, que os manifestantes não seriam facilmente seduzidos pela sua foto enrolada na bandeira. O resultado: de artista com um grande número de fãs no Brasil, Kate Nash se tornou a artista famosa sem qualquer conexão com os assuntos discutidos no Brasil, se aproveitando do espírito amigável do brasileiro para obter vantagem própria.

Os brasileiros estão ficando mais sensíveis em relação ao envolvimento de estrangeiros nos problemas locais?

Nós postamos a imagem da Kate Nash na nossa página do Facebook (http://on.fb.me/1773dk6) e estamos explorando a razão das reações negativas dos brasileiros em relação à foto. A nossa rede de parceiros e os nossos amigos que moram no Brasil nos disseram que não gostam, realmente, quando estrangeiros se envolvem nos problemas do país sem serem chamados.

Pontos primordiais dos protestos incluem questionamentos sobre como os recursos brasileiros estão sendo utilizados e onde deveriam estar as prioridades do país: na melhoria de escolas e transporte público acessível ou na construção de estádios de futebol ao invés de hospitais?

Com base no que lemos e ouvimos, a mensagem que vem dos brasileiros é de que Kate Nash tentou tirar vantagem de um momento tenso de protestos por questões cruciais entre o governo brasileiro e seu povo. Neste sentido, o que os brasileiros estão dizendo para a cantora nas entrelinhas seria: “Sua imagem não traz credibilidade aos nossos protestos, porque, como estrangeira, você não deve nem saber onde começam os motivos pelos quais estamos protestando. Então, não se envolva com os nossos problemas”.

O valor de um treinamento em comunicação transcultural

Como uma artista, Kate Nash está obtendo publicidade e, mesmo que negativa, a sua exposição pode ser positiva para a sua carreira no Brasil no futuro. Apesar disso, neste exato momento, seu nome como artista está manchado no solo brasileiro.

Em uma era de comunicação instantânea, quando todos os diálogos são postados e compartilhados on-line, a foto da Kate Nash é um exemplo perfeito de uma comunicação transcultural equivocada. No mundo ideal, a artista e/ou seu time deveriam ter consultado um especialista na área sobre o comportamento e temperamento brasileiro e teria recebido aconselhamento sobre o que dizer ou fazer em relação aos protestos no Brasil. Teria também recebido dicas sobre como se expressar de uma forma que os brasileiros entendessem sua mensagem como sendo genuinamente de apoio, ao invés de achar que a artista simplesmente estava usando o momento tenso do país como uma oportunidade de marketing.

Na Across, acreditamos que equívocos culturais como este acontecem, mas deveriam ser evitados, em todas as indústrias e, em particular, na indústria de pesquisa de mercado. Como? Escolhendo parceiros que possam oferecer um entendimento profundo da psique do país, baseado no contexto cultural que vai além do que se vê no presente ou do que é visto através de entrevistas.

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Kate Nash draped in a Brazilian flag: a cultural faux-pas?

A photo opportunity in other people’s country can be risky in many ways. In the case of Kate Nash, the British singer, was it a cultural faux-pas? Although not covered by the British press, Brazilian online news outlets are full of comments and negative reactions caused by a picture that Kate Nash posted of herself, on Facebook, draped in a Brazilian flag during protests in São Paulo. The singer was in the city to participate in the Cultura Inglesa Festival (Cultura Inglesa is a well established British English Language School in the country) and, whatever her intention was, her picture did not go down well with Brazilian protesters.

Did Kate Nash and her team misread the Brazilian spirit?

Comments left on Facebook, in Portuguese, relating to this picture, include “Kate, I love you, but you were not protesting. Do you at least know what these protests are about?” and “You are not protesting, you are posing.” Even the famous Brazilian author Paulo Coelho commented on Kate Nash’s image via Twitter by stating: “Change Brazil but not with Kate Nash ‘protesting’ ”.

One of course assumes that Kate Nash did not expect this negative reaction from the Brazilian people. At Across we wonder if the singer and her team misread the Brazilian spirit. In our experience, we can safely say that the idea foreigners often have of Brazilians overall is that Brazilians are easy-going and friendly. Many, including Kate Nash and her team, may conclude that this Brazilian response to her picture is out-of- character. If that is the conclusion, the only possible explanation is that the country’s friendly collective character has momentarily been suspended, owing to the tense historical and political moment Brazilians are going through. That being the case, poor Kate misread the Brazilian spirit big time.

There is a saying in Brazil that can be literally translated into English as: “I will give you a cow to not enter in a conflict/confrontation but, once I engage in a confrontation, I would let go of the whole cattle ranch if required to avoid stepping down ”. That is to mean that Brazilians are not easily distracted when they take a resolve to do something. In this particular case, Kate Nash and her team apparently failed to understand why Brazilians are protesting and consequently, how they would not be easily distracted by her image. The result: from the starting point of being someone with a good fan base in the country, Kate Nash became just the famous foreign artist with little connection with the issues currently being discussed in the country, trying to take advantages of the Brazilians’ good nature.

Are Brazilians becoming more sensitive to foreign involvement in local issues?

We posted Kate Nash picture on our facebook page (http://on.fb.me/1773dk6) and are currently exploring why Brazilians reacted so negatively to Kate Nash’s picture. Our network of Across co-workers and friends who are locally based, told us that Brazilians do not appreciate when foreigners are seen to become involved gratuitously in very sensitive domestic issues.

At the heart of the protests lie questions regarding how best Brazil’s resources can be allocated. Where should Brazil’s priorities lie: in building stadiums or in improving schools, hospitals or the affordability of public transportation? From the comments we’ve heard and read, the main insight that comes through from the Brazilian citizen’s point of view, is that Kate Nash is seen as having taken advantage of tensions, which led to protests, over these crucial issues between the Brazilian government and its people. The message within, directed at the British singer seems to be: ‘Your image does not bring credibility to our social movement because, as a foreigner you can’t even begin to understand what we are protesting about. So, don’t get involved in our local issues’.

The value of a cross-cultural communication briefing

As an artist, Kate Nash is getting publicity and even negative publicity might be good for her career in Brazil in the future. However, for the moment, she has tarnished her name as an artist in the Brazilian soil.

In an age of instant communication, when all conversations are re-posted and shared online, Kate Nash’s picture is a perfect example of cross-cultural communication going wrong. In an ideal world, the artist and/or her team would have consulted with a cross-cultural communication specialist about Brazilian attitudes and moods and would have got some advice on what to say, if anything, on the matter of protests in Brazil. She would also have been given tips as to how to express herself in a way that Brazilians would see her take on the Brazilian protests as a genuine message of support, rather than using the event as a PR opportunity.

At Across we believe that cultural faux-pas such as this also happen in the market research industry and it can be avoided. How? Choose country partners that can give you in-depth understanding of the country’s psyche based on the country’s cultural context beyond the present or just what is heard in interviews.

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Você sabe o que é Weibo?

Quando falamos em mídia social, em que nomes você pensa?
Facebook, Twitter ou Google+? Ou você pensa em Youtube, Instagram? Tem gente que lembra logo do LinkedIn ou Pinterest e Flickr. Se você não sabe exatamente como cada uma dessas redes funciona, certamente um amigo bem próximo já encontrou um bom motivo para utilizar uma, duas ou todas estas redes.

Mas você sabia que existem outras tantas? Pra saber como o mundo se comunica, é interessante conhecer um pouco sobre mídias que fazem sucesso em diferentes cantos do Planeta. Por exemplo, você já ouviu falar em QZone? V Kontakte? Odnoklassniki? Cloob? E o famoso Weibo?

Os nomes podem não ser tão familiares, mas cada uma delas está conectando pessoas por aí de acordo com a cultura dos seus usuários.

QZone: Rede Social chinesa fundada m 2005. Os usuários podem escrever blogs, atualizar informações, enviar fotos e ouvir música. Muitos dos serviços são pagos.  Atualmente, tem cerca de 600 milhões de usuários. http://qzone.qq.com/

V Kontakte: Serviço de rede social européia para falantes da língua Russa. O site é mais popular nos seguintes países: Rússia, Ucrânia, Cazaquistão, Bielorrússia, Moldávia e Israel. Com cerca de 200 milhões de integrantes, o V Kontakte tem as funções muito parecidas com o Facebook e, por isso, é uma barreira para o sucesso do “Face” nos países acima. http://vk.com/

Odnoklassniki: Esta rede é utilizada na Rússia e na antiga União Soviética por colegas de classe ou velhos amigos.  A maioria dos 45 milhões de usuários registrados são homens de até 35 anos, pós-graduados, em com renda de até $30 mil dólares/ano. http://www.odnoklassniki.ru/

Cloob: Esta é uma rede social na língua persa muito popular no Irã. Ela surgiu para preencher o espaço depois que o Governo do Irã bloqueou o Orkut e outras redes no país. Divulgado como Sociedade Virtual, a rede tem o conteúdo controlado pela lei Iraniana. Opera em alguns serviços com dinheiro virtual capaz de ser comprado ou transferido no próprio site. Segundo o Cloob, eles possuem cerca de um milhão de membros. http://yourcloob.com/

Certo. Acho que já foi possível entender um pouco sobre cada uma destas redes. Mas, e o famoso Weibo? O que é isso?

Weibo (http://www.weibo.com/) Também conhecido como o Twitter chinês, o SinaWeibo é uma rede de microblogs que possui mais de 300 milhões de participantes em um país com um pouco mais de meio bilhão de usuários de internet. Segundo o jornalista André Faust, o website é considerado “uma ilha de liberdade em um país de partido único”, apesar de estar sujeito à censura do Governo. Na China, nem Facebook, nem Twitter ainda conseguiram se estabelecer. O Weibo acaba sendo uma ameaça para estas redes como pode ser visto através de alguns números. Olhe os dados divulgados pela Revista Exame:

  • – Twitter precisou de 58 meses para ultrapassar a marca de 500 milhões de usuários, enquanto o SinaWeibo precisou de apenas 27 meses para fazer o mesmo.
  • – Cerca de 10 milhões de novos usuários ingressam no sistema a cada 30 dias, entre eles estão alguns dos atores e esportistas mais famosos do país.
  • – Durante o Ano-Novo chinês, o SinaWeibo quebrou o recorde de envio de mensagens do próprio Twitter (foram mais de 32 000 por segundo) (fonte: Revista Exame Online).

Curioso? O Tom Cruise e o Bill Gates já estão lá.

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Tradução juramentada na Inglaterra – um caso de gato por lebre

Uma das tarefas inevitáveis ao adotarmos o país alheio como residência é a necessidade de nos adaptarmos através de documentação formal naquele torrão estrangeiro. Para os acadêmicos brasileiros que chegam à Inglaterra (ou Reino Unido, de modo geral) para fazer um mestrado, doutorado ou um curso universitário a necessidade de apresentar documentos que comprovem sua qualificação acadêmica é inevitável e imediata. Muitos já trazem na mala a documentação devidamente traduzida. Grande parte dos que optam por fazer a tradução na Inglaterra, acaba comprando gato por lebre.

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Is the UK trying to re-write the interpreting profession?

Some articles in the press today led me to write this article. It is interesting to see the news on the problems the MOJ are having with this contract for interpreting services within the judicial system in the UK. I don’t see these news as surprising at all. I have no sympathy towards the MoJ or ASL. In my opinion, they think very little of the interpreting profession.

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